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30 de Agosto de 2010

É UMA AMEAÇA

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  A modernidade trouxe um aumento nos riscos, a cada dia os aparelhos eletrodomésticos ou eletrônicos e seus componentes, inclusive pilhas, baterias, se fazem mais presentes em nossas vidas e juntamente com esses produtos magnetizados estão os metais pesados: mercúrio, chumbo, cádmio, manganês e níquel, que fazem parte da composição de muitos aparelhos modernos.            

   As baterias recarregáveis representam hoje cerca de 8% do mercado europeu de pilhas e baterias. Dentre elas pode-se destacar a de níquel-cádmio (NI-CD) devido à sua grande representatividade: as baterias de celular são de NICD.            

   As baterias de telefones celulares não devem ir para o lixo comum, pois quando depositadas em lixões, suas substâncias tóxicas contaminam os lençóis d’água subterrâneos.            

  O volume global de baterias recarregáveis vem crescendo 15% ao ano, segundo pesquisas recentes de empresas especializadas. Em geral os brasileiros trocam de celular a cada 18 meses, embalados pelas novidades de dispositivos sofisticados e pelo incentivo das operadoras, que chegam até a oferecer aparelhos gratuitamente.             

  O perigo está quando as baterias se esgotam e não podem mais ser recarregadas ou reutilizadas, e são então descartadas, não tendo mais função para o consumidor comum. As empresas de telefonia recomendam que o descarte seja feito nas próprias lojas de celulares, que funcionam como pontos de coleta de baterias, esses materiais é destinado às empresas que promovem a reutilização ou reciclagem.

 

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