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30 de Agosto de 2010

SÍNDROME DA HIPERATIVIDADE

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A hiperatividade e o déficit de atenção se apresentam em aproximadamente 5% das crianças de idade escolar, acometendo mais meninos do que meninas. Nessa fase, os sintomas de hiperatividade se sobressaem aos de déficit de atenção, afirmam os especialistas no assunto.        

Segundo eles, indivíduos que apresentam de forma mais acentuada os sintomas de déficit de atenção tendem a ser desatentos, dispersos e com pouca concentração. Já os com hiperatividade, apesar de possuírem desempenho satisfatório, não conseguem ficar quietos, podendo atrapalhar a dinâmica da sala de aula.        

Assim, tanto em um caso quanto em outro, o portador corre risco de não ter um desenvolvimento no aprendizado satisfatório e, ainda, de ser rejeitado pelos colegas. Diante destes fatos, fica claro a importância de se conhecer mais a respeito desta síndrome e também sobre ações a serem utilizadas para com seus portadores, em sala de aula.        

Com um diagnóstico confirmado, é necessário o trabalho em conjunto de pais e professores. Este último poderá adotar algumas medidas que são recomendadas pelos especialistas.        Vejam algumas:  

 - organizar a fileira em forma de “U”, para ter uma visão geral da sala (e do aluno);   

 - buscar um contato mais próximo com ele (se necessário, colocar este sentado próximo à sua mesa, acompanhando seu desenvolvimento);   

- fazer um roteiro da aula, deixando claro a todos os alunos o que deve ser cumprido;  

  - observar a maneira com que este aluno aprende de forma mais satisfatória e se utilizar deste método;   

 - delegar tarefas e responsabilidades compatíveis com sua idade;   

 - propor atividades diferenciadas quando necessário (como questões curtas, de múltipla escolha, ou com auxílio de imagens e esquemas);   

 - dentre outras, que o assunto requer. 

 

 

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